Quem faz, toma

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Os feitos do Rogério Ceni são muitos, goleiro-artilheiro, superou recordes dentro e fora de campo. Como se não bastasse, agora, inova até mesmo no campo dos ditados populares, comprovando que “quem faz, toma”.

É essa a tônica do time do SPFC que, até a chegada do Mito era um time amarrado em campo, apático muitas vezes, e, mesmo quando jogava com garra, não conseguia desenvolver um bom futebol.

Então, Rogério inovou nos treinos, “inovou” também na tática do time. Por corolário, consegue colocar em campo uma equipe mais leve, solta, taticamente melhor postada, com meio de campo consolidado e um ataque muito mais eficaz. Claro que o setor ainda precisa melhorar um pouco, basta ver a quantidade de gols “feitos” perdidos.

Mas, o que se mostra cada vez mais preocupante é nosso sistema defensivo. Venho falando aqui e nas redes sociais (vocês podem comprovar com uma simples pesquisa) que nosso sistema defensivo é fraco, mesmo quando muitos pediam um “9” e um “10”.

Óbvio que um artilheiro e um cérebro eram peças fundamentais para a equipe, mas isso não excluía, como não excluiu, nossas necessidades defensivas.

Venho dizendo também que Buffarini é um jogador “normal”, não demonstra para o que veio. Aliás, para mim, Bruno é muito mais importante taticamente do que o hermano. Veio e joga com a pompa de uma boa competição, por ser “gringo” e por uma perseguição sem sentido com alguns jogadores.

Não temos lateral esquerdo. Nosso setor ainda é falho.

Sobre nossos zagueiros, Maicon vem falhando individualmente, faz tempo. Para dizer a verdade, desde sua contratação em definitivo, o jogador despencou dentro de campo. Rodrigo Caio é técnico, ok. Mas, não impõe o respeito necessário. Não me agrada.

Destaco que não tenho nada contra ele, ao contrário, até acho que tem qualidade de sobra, mas seu físico não ajuda em sua atuação. Talvez, se ele fosse deslocado para a lateral, hum. É de se pensar.

Em sentido diametralmente oposto, temos que Pratto chegou servindo muito bem o Tricolor, demonstra que sabe jogar bola e que a posição é dele.

Dentro desse cenário, Ceni demonstra que, “quem faz, toma”, ao menos por enquanto.

Aurelio Mendes – @amon78

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