A vida imita a arte

facil

Olá meus caros amigos torcedores do Mais Querido, hoje, mais que nunca, temos que ser o #ClubeDaFé. Por falar nisso, hoje o brother Carlos Port (@CarlosPort) está organizando um twitaço com a hashtag #OClubeDaFé às 21:00 horas. Para muitos, algo inútil, mas para os crédulos um ato simples que representa a fé e a torcida de uma nação. A vida é feita de pequenas coisas, então, bora participar.

Voltando ao tema central, temos que faremos, um pouco mais adiante, o jogo do ano, até mais do que a eventual final, eis que estamos em concreta desvantagem, lutando contra um time bom, talvez o melhor do torneio até aqui.

Sendo assim, temos que ter Fé, muita Fé.

Não será fácil, o jogo será o DRAMA que irá circundar pela vida de centenas de milhões de pessoas, todos com os olhares vidrados na partida, seja ao vivo, seja pela TV, analisando cada toque de bola, cada locomoção, cada pensamento dos técnicos, o mundo irá parar, mas o drama irá continuar.

O suor irá surgir, se locomover por rostos lotados de expressões, as mais diversas. Seja dos jogadores ou dos torcedores, o drama será um só.

O gol será o responsável pelo suspense, talvez surgido da cobrança de falta, da penalidade sofrida. O coração irá pulsar nos mais variados ritmos e velocidade. Certamente, muito mais rápido do que o ponteiro do relógio.

Tic Tac, Tic Tac.

Está chegando a hora.

O suspense já nos cerca. Para isso nem precisamos ir ao banheiro para afirmarmos frente ao espelho palavras para invocar a tal loira, ou muito menos precisamos acampar. Palavras malditas serão ditas nos 90 minutos, o acampamento acontece, em nosso interior. A alma já sofre. E muito.

Sofre a ponto de estarmos à beira de um filme de terror. Daqueles bem sanguinários, eis que nossa alma sangra, mesmo sem veia, somos espíritos presos na nossa própria agonia. Os jogadores devem estar concentrados, muitos sorrindo e ouvindo o som de sempre, INOCENTES. Pois, é sempre assim, sempre há uma festa antes da ação.

Em muito em breve, entrarão em campo, não o de futebol, mas o de batalha, como os de Guernica, Leningrado, Fort Meigs, Fort William Henry ou ainda Gettysburg (Nada a ver com Getterson, fiquem avisados).

Só que a guerra é outra, é contra o próprio físico, alma e a torcida rival. Hoje é dia de superação. Ao invés do tiro certeiro, da busca pela bandeira inimiga, temos que lutar para descer as bandeiras rivais, para calar o estádio, buscando sempre colocar a bola em seu devido lugar, o gol.

Que a garganta disperse o grito da alma, do guerreiro, do bravo guerreiro.

Aquele mesmo que, ainda que gravemente ferido, consegue se levantar e lutar até o fim. A questão é a dignidade.

O terror que nos cerca irá ceder assim, espaço para a comédia.

The zueira begins.

Os rivais das terras tupiniquins que me esperem, quem ri por último ri melhor.

Não aguentaram, sucumbiram para a primeira palavra.

A piada não será só cômica, será agressiva. Assim tem que ser.

Nossa história será épica. É épica.

Enfim, após todos esses filmes que vivemos, o eterno, aquele que tem ao final o “Viveram felizes para sempre”, é pautado no ROMANCE existente entre nós, mortais torcedores, e nosso clube, #OClubeDaFé.

Aurelio Mendes – @amon78

cabeçalho Amon

 

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