Ganso, de odiado a amado.

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Todos nós sabemos que o São Paulo não está nada bem na Libertadores, e também não está muito bem no Campeonato Paulista. Mas uma coisa que temos certeza é a evolução que teve Paulo Henrique de Chagas Lima, o Ganso. Nesse ano de 2016, essa evolução foi mais nítida ainda.

Ganso era um dos jogadores mais hostilizados pela torcida são-paulina e está calando nossa boca (que continue assim!). O meia era cobrado por todos, já que ninguém tem dúvida do teu potencial. A cobrança maior era o fato de que quando ele chegava cara a cara com o gol, ele não chutava, pelo contrário, sempre procurava algum companheiro para passar a bola. Porém, parece que a cobrança e a confiança após o primeiro gol, deu resultado. Só nesse ano, foram 5 gols em 5 jogos seguidos! Além dos gols, os passes também estão cada vez melhores, com o entrosamento com o time, Paulo Henrique Ganso está se soltando e mostrando que tem muito a oferecer para o São Paulo.

Na partida desse domingo (20/03), Ganso foi considerado por muitos o melhor da partida. Além do gol, ajudou na marcação, correu e deu lindos passes. Na tática usada por Bauza nesse jogo, o meia ficou ainda mais “soltinho” em campo. Já que dessa vez não tinha que se preocupar em tomar conta de todo meio campo, pois tinha a presença de Daniel e João Schmidit, que também foram muito bem. Mesmo com o empate por 1 a 1, de todas as formações usadas pelo técnico argentino , essa aparentemente deu melhor resultado.

O real problema hoje em dia está sendo o ataque. Sem Rogério e Wilder (machucados), as opções são: Calleri, Kardec, Kelvin e Centurión. Nenhum desses está em boa fase, nem o argentino Calleri que caiu na graça da torcida no começo do campeonato. Esse é o maior problema de Bauza, arranjar uma tática onde o meio de campo consiga auxiliar o ataque enfraquecido do São Paulo. E pelo que parece, o esquema do jogo contra o Ituano, tenha sido um dos melhores para tal. Nessa partida, Calleri foi o titular. Teve várias chances, ficou algumas vezes frente a frente com o gol e chutou para fora ou a bola parou no goleiro. Quem sabe na insistência nessa tática, os atacantes não “desencantem”?

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